Tendências de consumo 2026: o que muda no seu marketing digital
Categoria
Marketing & estratégia
Postado em
30 de jan. de 2026
1. Do produto à pessoa: comportamento em primeiro lugar
O centro da decisão de compra deixa de ser o produto e passa a ser a pessoa. Estilos de vida, rotina, contexto familiar, poder de compra e saúde emocional influenciam mais do que dados genéricos de “público-alvo”.
No marketing digital, isso exige:
Conteúdos que respondem dúvidas e dores reais, não só divulgam promoções.
Linguagem simples, empática e adaptada à maturidade digital do seu cliente.
Estratégias baseadas na jornada real: como ele descobre, compara, decide e recomenda.
Uma consultoria ou assessoria de marketing ajuda justamente a mapear essa jornada e transformar comportamento em pauta de conteúdo, funis e campanhas.
2. Confiança e transparência como base da estratégia
Confiança virou critério central de escolha. Promessas exageradas, gatilhos forçados e falta de clareza afastam clientes. Em contrapartida, negócios que mostram bastidores, processos e pessoas criam vínculos mais fortes.
Práticas de marketing que reforçam confiança:
Clareza sobre preços, prazos, condições e limitações.
Exposição de bastidores: produção, atendimento, rotina, processos.
Uso constante de prova social: depoimentos, avaliações, cases, antes e depois.
Coerência de discurso em todos os canais (site, redes, WhatsApp, anúncios).
O papel da consultoria/assessoria é organizar essa comunicação, padronizar mensagens-chave e garantir que o marketing prometa apenas o que a operação consegue entregar.
3. Inteligência artificial como aliada do marketing, não substituta
A inteligência artificial deixa de ser “modinha” e passa a ser ferramenta de trabalho. A diferença estará em quem usa IA para ganhar eficiência e personalização, e quem usa apenas para produzir mais conteúdo genérico.
Aplicações práticas em marketing digital:
Rascunhos de textos, roteiros, anúncios e ideias de campanhas.
Organização de calendário editorial, fluxos de e-mail e mensagens automatizadas.
Análise básica de métricas de campanha para apoiar decisões.
Chatbots e respostas automáticas para dúvidas simples e frequentes.
Boas práticas:
Sempre revisar o que a IA gera, mantendo a voz humana e a verdade do negócio.
Automatizar tarefas repetitivas, não o relacionamento.
Ser transparente quanto ao uso de dados dos clientes.
Consultorias e assessorias de marketing podem selecionar ferramentas, definir processos e treinar equipes para que a IA aumente resultados sem prejudicar a experiência.
4. Sustentabilidade prática como posicionamento de marca
O consumidor está mais atento ao impacto ambiental, mas cansado de discurso vazio. Sustentabilidade precisa ser prática real e comunicada com sinceridade.
Como trazer isso para o marketing:
Mostrar escolhas de fornecedores, materiais e embalagens.
Comunicar ações concretas como redução de desperdício, reaproveitamento, refil ou reparo.
Valorizar economia local e cadeias curtas de produção.
Pequenos negócios têm vantagem porque conseguem mudar processos mais rápido. A consultoria de marketing ajuda a transformar essas ações em diferencial: narrativas, campanhas e conteúdos alinhados aos valores da marca.
5. Menos volume, mais valor: foco em relacionamento e fidelização
O consumo caminha para “menos, porém melhor”. Em vez de buscar apenas volume de vendas, ganha quem constrói relacionamento e aumenta o valor gerado por cliente ao longo do tempo.
Na prática, isso significa:
Olhar para métricas de retenção, recompra e indicação, não só alcance e curtidas.
Estruturar ações de pós-venda, programas de fidelidade e conteúdos para quem já comprou.
Usar e-mail, WhatsApp e redes sociais para manter a relação ativa, com dicas, suporte e novidades.
Uma boa assessoria de marketing ajuda a desenhar essa jornada de pós-venda e a criar rotinas simples de acompanhamento e encantamento do cliente.
6. Experiência e bem-estar: vender também é cuidar da sensação
Em um cenário de correria e excesso de estímulos, o consumidor busca marcas que simplifiquem sua vida e transmitam segurança e bem-estar.
No digital:
Conteúdos que trazem clareza, e não confusão.
Atendimento humano em tom e postura, mesmo por canais digitais.
Identidade visual coerente com a sensação que a marca quer gerar (calma, energia, aconchego).
No presencial:
Ambientes organizados e acolhedores.
Pequenos gestos que mostram cuidado: lembrar nomes, histórico, preferências.
O marketing precisa pensar propositalmente na experiência, medir a satisfação (com pesquisas simples) e ajustar rotas com base em feedback.
Não existe fórmula mágica. Se a sua empresa pretende crescer, será essencial essas mudanças de paradigmas na comunicação.




